segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Triatlo Literário
A nossa escola já fez a prova de triatlo literário e apurou a aluna que nos vai representar na prova concelhia em Fevereiro: Maria Beatriz Silva.
Parabéns Bia!
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
A nossa história da ovelhinha preta
A nossa história da ovelhinha preta
Era uma vez um pastor que tinha
muitas ovelhas branquinhas e fofinhas, mas uma era diferente: era preta. Tinha
também um cão pastor que o ajudava a guardar o rebanho. Enquanto as ovelhas
pastavam, o pastor tricotava um cachecol ou uma camisola, porque gostava muito
de tricotar e porque queria aproveitar a lã das suas ovelhas. Entretanto,
olhando para ele, a ovelhinha perguntava aos seus botões, quer dizer, à sua lã: “Será que ele me quer tirar
a lã?!...”
À tardinha, na hora de reunir o
rebanho, o cão ladrava as suas ordens e corria à volta das ovelhas enquanto o
seu dono tocava flauta. Todas corriam e saltavam para dentro da cerca, menos a
ovelhinha preta que era diferente… era mal comportada e não obedecia às ordens
do cão. Ele ficava zangado com a ovelhinha porque ela não ia logo para a cerca
e dava mais trabalho do que as outras.
Zangado, dizia ao pastor:
- A Ovelha Preta não vai para acerca.
Tem de ficar de castigo!
- A ovelhinha preta é pequenina, por
isso é normal que, de vez em quando, se porte mal. – respondia o pastor com
paciência.
Depois punha-se a fazer festinhas à
ovelhinha preta e dizia:
- Ó pequenina Ovelhinha Preta, tu és
especial, porque és diferente.
O cão continuava aborrecido com isto
porque não compreendia a atitude do seu pastor.
Certa tarde, aproximou-se do pastor uma
tempestade em forma de tornado. A Ovelhinha Preta pôs-se a olhar atentamente o
céu com um ar de preocupada. Subitamente, soltou-se o vento e o pastor e o cão
tiveram de sair a correr para casa, sem terem recolhido o rebanho. Quando chegou
a casa, tirou o casaco e colocou junto à lareira para secar. Não podia fazer
mais nada senão passar a noite no quentinho com o seu cão. De manhã iria
procurar as suas ovelhas. Entretanto, lá fora, as ovelhas enfrentaram o vento e
a tempestade com a orientação da Ovelhinha Preta: recolheram-se da tempestade
numa gruta que ela encontrou.
Na manhã seguinte o pastor saiu à
procura das suas ovelhas, mas apenas viu um manto branco de neve. De repente,
avista uma mancha preta que vinha na sua direção. Era a sua ovelhinha preta que
se destacava no manto branco da neve. Ela traz consigo o rebanho de volta ao
pastor. O pastor ficou muito contente: “afinal a ovelhinha preta era mesmo
especial!”

Passou o inverno e chegou a
primavera. O pastor faz a tosquia das ovelhas com a ajuda do cão. Tem muitos
sacos de lã branca e apenas um de lã preta…
Muitos dias depois o pastor foi ao
mercado vender cachecóis e camisolas brancas com bolinhas pretas. São muito
engraçadas e por isso o pastor decide tirar criação de ovelhas pretas e
brancas. Assim fica com muita lã preta e branca para fazer camisolas engraçadas!
Historia criada pela turma do 1.º ano
a partir da leitura das ilustrações do livro
a partir da leitura das ilustrações do livro
A ovelhinha preta, de Elizabeth Shaw, 25 de outubro de 2013
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quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Acróstico
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Escola
Eu levo para a escola
Sacola e lápis
Com os meus amigos vou brincar
Os lápis vou afiar
Logo à tardinha
À cantina vou comer uma boa comidinha
Beatriz Silva, 4.º ano
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quinta-feira, 19 de setembro de 2013
quarta-feira, 19 de junho de 2013
A amizade
Amizade mesmo à distância
Era uma vez duas meninas, uma chamava-se Joaninha e a outra chamava-se Carolina. Eram muito amigas e passavam o tempo todo a brincar com as bonecas e aos piqueniques.
Um dia a Joaninha teve que ir viver para outra parte do país porque o seu pai tinha ficado sem emprego e mãe não tinha muito dinheiro para sustentar a família. A Carolina não achou boa ideia porque ia ficar sem a sua amiga para brincar às bonecas e aos piqueniques. Por isso foi dizer aos pais da Joaninha que ir embora não era a solução, mas a sua mãe disse:
¬- É sim a solução, porque o meu marido não tem emprego. Precisa trabalhar fora. Há uma oportunidade de trabalho no Porto…
- Mas o seu marido não pode ir sozinho para fora e a Joaninha fica consigo?
- Não, a Joaninha vai comigo e vai para outra escola.
- E como é que eu falo com ela?
- Ela arranja maneira de falar contigo.
Depois desta conversa a Carolina foi-se embora, e entendeu que não valia a pena dizer mais alguma coisa porque a mãe da Joaninha não mudaria de ideias.
Na manhã seguinte a Carolina foi por a amiga e os seus pais ao aeroporto.
Passaram dias até que a mãe da Joaninha ligou para a mãe da Carolina a dizer que o seu marido tinha arranjado emprego e que a Joaninha estava a dar-se bem na escola nova, a mãe da Carolina disse que se ela estava cheia de saudades da Joaninha e perguntou se podia falar com ela. A mãe da Joaninha disse que sim, e a conversa entre as duas meninas foi:
- Olá! Joaninha, como tens passado? – perguntou a Carolina.
- Tenho passado bem, a minha escola é muito bonita! – respondeu a Joaninha.
- Como é a cor da tua escola? – Perguntou a Carolina.
- É branca e amarela – respondeu novamente a Joaninha.
- Quando é que vens à Madeira?
- Não sei, porquê?
- É que estou cheia de saudades tuas. Depois perguntas à tua mãe porque agora vou ter que desligar. Adeus Joaninha, até à próxima.
- Até à próxima, Carolina! – despediu-se a Joaninha.
Depois desta conversa a Joaninha foi perguntar à mãe o que se passava. Afinal iria visitá-la. A mãe recomendou:
- Vamos daqui a uma semana, mas é surpresa não lhe contes.
- Ok mãe! Não lhe vou contar.
A Carolina ligou a todos os seus amigos e também aos amigos da Joaninha, para combinar uma festa de boas vindas. Os amigos disseram que sim. A Carolina também disse que cada um tinha que trazer uma coisa e o dia das decorações era a sexta-feira e que contava com eles até á 14h 45 m.
Finalmente chegou a tão esperada sexta-feira e todos os amigos estavam a decorar a casa da Joaninha para a festa. Todos cumpriram a sua tarefa até que chegou o carro dos pais da Joaninha.
Esconderam-se para ela não os ver, e quando ela entrou em casa todos gritaram:
- Surpresa! Boas vindas.
- Como é que sabiam?
- Foi a Carolina que nos disse, ela é que organizou!
- Obrigada amiga, és a melhor do mundo! – E ao dizer isto a Joaninha abraçou a sua amiga.
Depois destas perguntas e respostas todos continuaram a festa, entregaram as prendas e partiram o bolo. Brincaram que se fartaram.
Depois a Joaninha foi dormir à casa da Carolina e elas ficaram muito felizes por estarem novamente juntas e perceberam que a sua amizade contínua mesmo à distância.
Vitória, Vitória acabou a história!
Beatriz Silva, 3.º ano
EB1/PE Lombo do Guiné
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