IMAGINAR COM A ESCRITA

NESTE ESPAÇO OS LEITORES PARTILHAM LEITURAS E IMAGINAÇÃO

AO SABOR DA PALAVRA!

terça-feira, 21 de maio de 2013

Exposição Concelhia Báu de Leitura - Histórias Com Valor

A exposição consistiu na animação com jogos de contos tradicionais ou histórias muito conhecidas com destaque para o valor nelas veiculado. O resultado foi muito interessante

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

As nossas leituras, os nossos recontos

O POLVO CONTADOR DE AVENTURAS

O polvo trabalha na biblioteca dos peixes há tanto tempo que nem ele sabe precisar. Gosta de contar as suas aventuras aos polvinhos pequeninos na sua visita semanal àquele lugar encantado, com histórias de monstros marinhos e sereias encantadas a povoar as paredes.
- Certo dia, já há muuuiiito tempo, andava eu perdido no mar. Seim1 Eu também me perdia… Cheguei à foz de um rio muito bonito e avistei por entre as rochas alguns peixinhos coloridos. Estavam presos. Com os meus oito tentáculos afastei uma das pedras para os peixinhos saírem de lá. Sabem, eram peixes do ri mas muito bonitos. Havia peixes amarelos, cor de laranja, verdes, vermelhos… ufa! Pareciam um arco-íris.
- Ahhh! O que é um arco-íris? – perguntam os polvinhos em uníssono.
- Ora! Vocês são pequeninos e não sabem o que é um arco-íris. Eu explico. É um tesouro de várias cores, todas brilhantes e muito arrumadinhas, que fica a enfeitar o céu nos dias em que a chuva pequenina brinca com o sol. Quando forem mais crescidos podem ir à superfície espreitá-lo.
- O que aconteceu depois? – querem saber os pequeninos.
- Os peixes ficaram muito felizes por se libertarem das rochas e ajudaram-me a regressar ao mar. Queríamos fazer uma festa, mas não pudemos porque a água do mar não serve para estes peixes e eu não podia mais ficar no rio. Pelo caminho de regresso avistamos uma pequena ilha. Tinha uma árvore com folhas cor de rosa e animais estranhos.
Nas suas águas nadava um bicho mesmo estranho, redondo e com muitos espinhos. Ficamos intrigados com aquele bicho e quisemos saber o que era. Fomos investigar às enciclopédias, mas nada encontramos. Fui depois falar com o sábio do reino dos peixes. Mas esta nada sabia sobre o tal bicho, apesar de ser sábio e de saber muitas coisas.
- Oh! Então desistiu, sr Polvo?
- Claro que não. O sábio garantiu que o sr. Golfinho poderia ajudar. Ele conhecia bichos do mar, da terra e do ar.
- E ele sabia?
- Oh! Sabia! Até se riu de nós.
Ah! Ah! Ah! Vocês viram um peixe-balão.
Quando tem medo vira valentão.
Desde esse dia dediquei-me a investigar e escrever acerca de bichos que conhecesse nas minhas viagens pelos mares. Depois fiquei a trabalhar nesta biblioteca.

4.º ano
Texto produzido a partir do conto “O bicharoco desconhecido”,
In Ao virar da página um novo mundo, Projeto Baú de Leitura

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Eu li um livro de António Torrado...

A VELHA E O LADRÃO


Era uma vez uma velha viúva avarenta e muito esperta. Vivia só nem cão, nem gato. Só tinha por companhia a sua própria sombra.
Certo dia um larápio entrou em casa e andou à procura de dinheiro. A velha chegou a casa e o ladrão escondeu-se debaixo da cama quando o ladrão se escondeu viu a arca de dinheiro.
Como a velha era muito esperta fingiu que tinha calor, abriu a janela, pôs-se a rezar e gritou algumas palavras. Os vizinhos acordaram, chamaram os guardas e o ladrão foi preso.

Sofia Vieira e Luís Silva
3.º ano

terça-feira, 2 de março de 2010


O Casamento da Cinderela


A Cinderela marcou o casamento e mandou convidar as irmãs e a Madrasta para a cerimónia.
Mas as irmãs estavam zangadas porque a Cinderela ficou com o Príncipe e decidiram fazer-lhe uma partida má.
Compraram uma poção mágica numa loja para transformar a Cinderela numa rã. Era um líquido de cor verde e doce. Misturaram com sumo de kiwi e deram à Cinderela sumo ao pequeno-almoço do dia do casamento. Logo a Cinderela bebeu a poção mágica e desmaiou. Quando acordou estava transformada num rã. Quando se viu ao espelho, assustou-se e gritou: “Coach!”
À uma e meia estavam todos na igreja e a Cinderela não chegou.
- Ai! Não sei onde está a Cinderela… Será que adoeceu? – declarou a Madrasta para disfarçar.
O Príncipe mandou os guardas do palácio procurar a Cinderela em sua casa. Os guardas encontraram uma rã dentro da casa a chorar e acharam muito estranho. Pegaram na rã e levaram-na para o lado ao lado da casa.
Então a Fada Madrinha apareceu e disse aos guardas que a rã era a Cinderela.
- Não façam mal à rã, porque é a Cinderela.
- Ah! Mas ela tem que estar na igreja para casar com o Príncipe!
- Levem a rã até ao Príncipe e este tem que lhe dar um beijo na boca para quebrar o feitiço.
Os guardas levaram-na dentro de um copo com um pouco de água para a igreja. O Rei ficou furioso:
- Palermas! Foram buscar a Cinderela e aparecem aqui com um rã!
- Majestade, não é uma rã! – responderam os guardas.
- Não é uma rã?! Então não estou a ver que é uma rã?!
- É a Cinderela! Tem um feitiço. Só pode ser quebrado com um beijo na boca do Príncipe.
- Coach! – diz a rã.
Então o Príncipe deu-lhe um beijo na boca, surgiu uma luz muito forte e a Cinderela apareceu.
- O que foi que aconteceu? – Perguntou o Príncipe.
- Foram as minhas irmãs e a Madrasta que me deram um sumo de kiwi e eu transformei-me em rã.
O Príncipe mandou os guardas expulsarem as malvadas do reino.
Depois fizeram o casamento. A festa foi fixe. Tinha música, muita comida e balões de muitas cores: amarelos, verdes, azuis, vermelhos, brancos, cor-de-rosa, cor-de-laranja, castanhos, cinzentos e roxos.
Agora posso passear em Paris porque ninguém me trata mal.



História criada pelos meninos da Sala da Pré 3-4 Anos
A partir da leitura de “Cinderela”
A 03 e 24 d3 Fevereiro de Fevereiro de 2010